Ômicron é a variante de covid-19 predominante em Pernambuco

Anthony Lima, da Rede SPE, em Pernambuco
Em matéria publicada pelo Jornal Diário de Pernambuco, a variante Ômicron já é a mutação de covid-19 predominante em Pernambuco, os dados são do Instituto Aggeu Magalhães, que está estudando a circulação do novo vírus pelo estado.

O Instituto divulgou na sexta-feira(14), que dos 183 genomas estudados, 124 foram identificados sendo da variante Ômicron, esse total representa 68% dos casos registrados pelo instituto. O restante que totaliza 32% é da variante Delta. As amostras estudadas foram coletadas entre os dias 26/11/2021 e 04/01/2022.

O secretário estadual de saúde, André Longo, em entrevista, falou sobre a preocupação com a Ômicron no estado, e reforçou a importância do esquema vacinal em combate à pandemia.
 ‘’A predominância da variante Ômicron nos traz uma preocupação adicional já que sua velocidade de transmissão é muito superior à das outras variantes. Isso só reforça a importância da vacinação. A doença nos não vacinados têm um impacto muito maior, podendo significar hospitalização e morte.’’ Disse André Longo.
Devemos nos preocupar?

Sim! A Ômicron já se mostrou uma variante muito forte em diversos países, e vem fazendo o mundo bater recordes de casos pela doença, que pode apresentar sintomas indesejáveis, mesmo que da forma mais leve que qualquer outra variante. Vale ressaltar, que esse sintomas mais leves, em comparação a outras variantes também é bem menor em pessoas vacinadas que nas não vacinadas.

Mas uma notícia relevante em comparação a Ômicron com outras cepas, é o fato que os índices de hospitalizações e óbitos por essa variante, é muito menor que os registrados antes.

Uma pesquisa divulgada pela Universidade da Califórnia, junto com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, do EUA (CDC), que avaliou mais de 5 milhões de pessoas infectadas com a Ômicron e a Delta, durante o mês de dezembro, afirmou que 70% das pessoas que se contaminem com a Ômicron tem chances de não precisarem de cuidados intensivos, e que 90% dos infectados não tem chance de vir a óbito pela nova variante. Já a necessidade de haver atendimento médico, fica em torno de 50%.

Se a pessoa infectada com a Ômicron, venha precisar ser hospitalizada, a duração do período de hospitalização fica de 1 dia e meio, que em comparação com a variante Delta, é de 5 dias, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, do Estados Unidos.

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